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Observatório registra 489 atendimentos a crianças e adolescentes em situação de violação de direitos
30 de Junho de 2014

Observatório registra 489 atendimentos a crianças e adolescentes em situação de violação de direitos

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Salvador/Bahia – Os últimos dados levantados pelo Observatório de Violações de Direitos de Crianças e Adolescentes (OVDCA) dão conta de um total de 489 atendimentos em Salvador, desde o início da Copa do Mundo, na capital baiana. Segundo Sandla Barros, coordenadora do observatório - ação da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes) no Observatório de Violência e Acidentes no Estado da Bahia, que tem como função captar, registrar, sistematizar e analisar os casos de violações nos grandes eventos – entre as maiores ocorrências está o trabalho infantil, totalizando 173 atendimentos (35%), seguido de ato Infracional 106 (22%) e de violência física 76 (16%).

 

De acordo com o relatório, 195 (40%) atendimentos foram feitos pela Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps), 86 (24%) pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes contra a Criança e o Adolescente (DERCCA), 57 (12%) pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente Infrator (DAI), 51 (10%) do Conselho Tutelar (Castelo Branco, Boca do Rio e Roma), 35 (7%) pelo Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR), 27 (6%) pela FUNDAC, 24 (5%) pelo Ministério Público do Estado (MPE), 4 (1%) pela 1ª Vara da Infância e Juventude, 4 (1%) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), 4 (1%) do Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e 2 do Plantão Integrado.

 

“Entre os atendimentos feitos pelo Pelo Plantão Integrado, temos dois casos emblemáticos, um de tráfico de bebê, que foi resgatado pela Polícia Rodoviária Federal, e o desaparecimento de uma adolescente com transtornos mentais, que ajudamos a encontrar”, conta Sandla Barros, Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza - SEDES. 

 

Os dados revelam, ainda, que a maioria das ocorrências se deu com adolescentes, do sexo masculino e de cor declarada negra ou parda.

 

 

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Autor: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza (Sedes)

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